Foto: Autor do Projeto de Lei, Ricardo Chiabai acredita que o projeto reforça a vocação natural do turismo religioso do Espírito Santo.

Projeto de Lei foi sancionado e publicado no Diário Oficial em junho

O prefeito de Vila Velha, Max Filho, sancionou, no dia 14 de junho, o Projeto de Lei nº 5.853, que modifica a Lei 5.622/2015, inserindo o projeto “Jesus, o Sol da Nossa Praia” no calendário de eventos do município. A iniciativa parti do vereador Ricardo Chiabai (PPS). Aos 54 anos e no segundo mandato, ele, que é católico e frequenta a comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, soube do projeto na igreja e pelas redes sociais da Paróquia.

A ideia do Projeto de Lei surgiu após participar das atividades da programação do “Jesus, o Sol da Nossa Praia”. “Percebe que, apesar de ser uma iniciativa da igreja católica, havia pessoas de outras religiões e pensei que precisava, de alguma forma, garantir que ela acontecesse em outros anos novamente. Ao incluí-lo no calendário oficial de eventos da cidade, se tornaria algo formal e não apenas um evento da comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Além disso, é uma contribuição para incrementar o turismo de Vila Velha por acontecer no verão, época em que recebemos muitos turistas. É uma opção a mais de lazer”, afirmou. “O Espírito Santo já tem uma vocação para o turismo religioso com a Festa da Penha e esse evento vem somar”, acrescentou.

Essa visão facilitou a aprovação do Projeto de Lei, por unanimidade, na Câmara Municipal. “Vivemos momentos difíceis e já que muitas pessoas têm dificuldade de ir à igreja, a igreja vai até elas. Eu acho que esse é um dos propósitos desses eventos feitos a céu aberto, aproveitando as belezas de nossas praias que são nossa maior identidade”, avaliou Ricardo.

Perguntado sobre outros projetos para o município, ele disse que trabalha em cinco vertentes: segurança; acessibilidade; direitos da pessoa com deficiência e do idoso; cuidado com o meio ambiente, principalmente proteção à restinga; e incremento ao turismo. “Temos muitos desafios pela frente. Se quisermos mudanças efetivas na sociedade brasileira, temos que mudar nosso comportamento, começando pelo homem público, que deve ter consciência de que existe para servir e não para ser servido”, finalizou.